Quando se despediram, Beauvoir disse o quanto achara bom o fato de terem conseguido conservar a amizade. “Não é amizade”, retrucou. “Eu nunca poderia lhe dar menos que amor”. Beauvoir chorou de soluçar durante toda a viagem para Nova York, onde escreveu-lhe do hotel: “Sinto-me
totalmente em suas mãos, absolutamente sem defesa, e, por uma vez,
implorei: guarde-me no coração ou me expulse, mas não deixe que eu me
agarre ao amor e de repente descubra que ele acabou.
Livro: Tête-à-Tête de Hazel Rowley
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